Você sabe como funcionam os testes clínicos para aprovar um medicamento?
Antes de um medicamento chegar às prateleiras das farmácias são realizados diversos estudos e testes que comprovam sua segurança e eficácia no tratamento de doenças. Para tanto, os pesquisadores devem atender aos critérios das boas práticas clínicas, seguindo algumas etapas importantes da pesquisa. Somente depois desses critérios é que o medicamento poderá ter sua solicitação de uso comercial encaminhada.
Basicamente, são 4 fases do processo:
A primeira etapa da pesquisa clínica tem o propósito de avaliar, principalmente, a segurança. Portanto, serão recrutados voluntários saudáveis para avaliar a incidência de reações adversas durante o uso do medicamento teste.
Essa primeira abordagem seleciona entre 20 e 100 indivíduos e pode perdurar por alguns meses até estabelecer os resultados desejados ou ser interrompida bruscamente se forem identificados sintomas graves nessa pequena amostra.
Após os resultados favoráveis obtidos na primeira etapa, serão selecionados entre 100 e 400 pacientes que apresentem apenas a doença específica, que será tratada pelo medicamento teste. O objetivo dessa fase é avaliar também a segurança, mas, principalmente, a eficácia. Ou seja, serve para analisar os desfechos significativos após a introdução desse medicamento sob condições clínicas controladas.
A partir desses resultados, pode-se mensurar a dose mínima eficaz e a frequência das reações adversas que aparecem em um curto espaço de tempo, pois a duração dessa fase varia de alguns meses até dois anos.
Nesta etapa, os pesquisadores necessitam ampliar o número de pacientes para a pesquisa e comprovar a eficácia dos medicamentos, de forma que seja relevante estatisticamente e se justifique a utilização deste produto. Também chamada de estudo multicêntrico, a pesquisa é realizada em diversos centros ou instituições de saúde em países diferentes, porém, mantendo os mesmos critérios preconizados.
O propósito dessa fase é corroborar os dados obtidos anteriormente, porém em populações maiores e pleitear o registro do medicamento perante os órgãos fiscalizadores, que no caso do Brasil é a ANVISA.
Essa fase é chamada de estudo pós-comercialização, pois ocorrerá quando o medicamento já estiver sendo usado pela população em geral, partindo do pressuposto de que ele já foi registrado. Nesse sentido, será observada a efetividade, pois se tratam de pacientes com diversas condições de saúde e não apenas como observado nas etapas anteriores.
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