Tratamento para AIDS: vírus HIV é removido de animais vivos pela primeira vez
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Mais uma importante etapa em busca da cura da AIDS foi concluída. Isso porque um estudo divulgado pela revista científica Nature revelou que, pela primeira vez na história, o vírus HIV, responsável pela imunodeficiência humana, foi removido do genoma de animais vivos. Atualmente o único tratamento utiliza medicamentos antirretrovirais, que impedem a replicação do vírus, mas não o eliminam do organismo.
Vale lembrar que a erradicação do HIV e, consequentemente da AIDS, vem sendo estudada há muitos anos, mas sempre com grandes desafios. O vírus é um dos mais complexos, pois percorre o organismo até locais chamados santuários, uma espécie de reservatório do corpo, onde a ação do sistema imunológico e dos medicamentos antirretrovirais não conseguem chegar.
Portanto, para chegar até os resultados positivos, a pesquisa desenvolvida nos Estados Unidos por cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Temple e do Centro Médico da Universidade de Nebraska, removeu o vírus do genoma de ratos de laboratório por meio de duas técnicas, uma com o uso de medicamentos e outra com a edição genética.
A primeira técnica utilizada foi a Laser Art, que manipula os medicamentos convencionais, direcionados ao tratamento de doenças antirretrovirais, para facilitar o acesso das drogas às membranas das células e retardar a dispersão do material. Com isso, o método garante que os medicamentos acompanhem o ciclo do HIV. A segunda técnica, chamada CRISPR/Cas9, edita os genes das células infectadas que não foram captadas pelo Laser Art. A técnica consiste em remover uma parte específica do DNA e juntar com precisão o que restou.
Quando foram aplicadas isoladamente, as técnicas não surtiram o efeito desejado. Mas, quando combinadas, o resultado foi positivo. Na primeira fase de testes, cerca de 30% dos ratos utilizados no estudo foram totalmente curados.
A segunda fase de testes da pesquisa deve aplicar o método em primatas, para confirmar sua eficácia e testar a segurança em relação à edição genética. Caso o resultado seja novamente positivo, a pesquisa deve seguir para a terceira fase de testes, com aplicação das técnicas em humanos.
O avanço é muito importante para a medicina, mas o caminho até a cura do HIV e da AIDS, a síndrome da imunodeficiência adquirida, ainda é bem longo. Caso os testes clínicos e biológicos sejam totalmente positivos, a pesquisa segue para suas próximas etapas, as mais demoradas. Além do desenvolvimento inicial do medicamento, iniciam as os testes clínicos ou ensaios, que duram muitos anos e podem ser divididos em 4 etapas.
A demora no desenvolvimento de novos medicamentos, especialmente para doenças raras e graves, é comum a todos às drogas ainda inéditas no mercado. A complexidade do processo de pesquisa exige tempo, assim como a comercialização deles.
Após a comprovação da eficácia do medicamento, inicia o pedido de aprovação e comercialização, que acontece primeiro no país de origem da pesquisa. Quando a droga é aceita pelo órgão governamental responsável e passa a ser disponibilizada no mercado farmacêutico, os pedidos de importação de medicamentos podem ser iniciados.
Um novo medicamento pode demorar alguns anos para ser aprovado fora do seu país de origem, mesmo que a doença exija um tratamento urgente. Tudo depende da legislação do país de destino. Portanto a importação de medicamentos passa a ser essencial no acesso às novas drogas.
Fontes: O Globo I Gaúcha ZH I Tecmundo I Saúde
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