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Tratamento do Alzheimer: confira quais são as novidades

Nos últimos anos a ciência tem avançado nas pesquisas que buscam a tão esperada cura ou o tratamento do Alzheimer. A boa notícia é que agora existe não somente um, mas dois medicamentos aprovados para o tratamento da doença. Além disso, uma pesquisa em desenvolvimento coloca outra terapia em evidência. Abaixo, confira quais são as novidades.

 

Aprovação total para tratar Alzheimer com Leqembi

Em julho de 2023 a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, concedeu autorização total para uso da droga lecanemab, comercializada como Leqembi, para tratamento do Alzheimer.

 

Leqembi foi desenvolvido pela farmacêutica japonesa Eisai, em conjunto com a norte-americana Biogen, que também é responsável pela criação do  primeiro medicamento, aprovado desde 2003, para o tratamento do Alzheimer: o Aduhelm (aducanumab). Leqembi é voltado à redução do declínio cognitivo em pacientes em estágio leve e inicial da doença. Sua indicação de uso se restringe a uma das características principais do Alzheimer, o acúmulo de proteína amiloide.

 

Droga em teste contra Alzheimer reduz em até 60% a progressão da doença

O ensaio clínico TRAILBLAZER-ALZ 2, desenvolvido pela Eli Lilly and Company e publicado no Journal of the American Medical Association, trouxe mais um promissor resultado para o tratamento do Alzheimer. Os pesquisadores descobriram que a droga donanemab diminuiu as taxas de declínio cognitivo e funcional em pacientes que têm sintomas iniciais da doença. Especificamente, 47% daqueles que receberam o medicamento, em comparação com 29% que receberam um placebo, não mostraram sinais de declínio cognitivo após um ano de tratamento.

 

Aduhelm foi o primeiro medicamento aprovado desde 2003

Com o nome genérico de aducanumab, Aduhelm foi o primeiro medicamento direcionado à fisiopatologia subjacente da doença de Alzheimer, e não somente aos sintomas, liberado para comercialização pela FDA desde 2003. Ele é um anticorpo dirigido beta-amiloide, que atua para deter o declínio cognitivo relacionado à doença. Aduhelm obteve aprovação acelerada em julho de 2021 e, até o momento, segue com indicação restrita ao público estudado nos ensaios clínicos. Por este motivo, a terapia deve ser iniciada apenas em pacientes com comprometimento cognitivo leve devido à doença de Alzheimer ou estágio de demência leve em consequência da doença. Atualmente, o FDA recomenda que o medicamento passe por uma nova fase de estudo clínico antes de ser liberado para o público em geral.

 

O Alzheimer e as demências relacionadas são distúrbios complexos, causados por confusas reações bioquímicas que destroem o cérebro. O tratamento bem-sucedido da demência de cada indivíduo provavelmente exigirá um conjunto diversificado de terapias preventivas e diagnósticas, mas o que os estudos mais recentes sugerem é que as terapias anti-amilóide podem, pelo menos, ser a primeira opção de muitas outras.

 

Desde 2015, a Rakho-Med atua como assessoria especializada na importação de medicamentos e produtos para a saúde em todo o território brasileiro. Continuamos sempre empenhados em nosso compromisso de oferecer acesso aos tratamentos médicos mais avançados, encurtando a distância entre os pacientes e as terapias de ponta.



Fontes: Rakho-Med | Folha de São Paulo | Jama

24 de Agosto de 2023

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